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ESCOLA: E. E. PROF JOÃO PEDRO DO NASCIMENTO |
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DISCIPLINA: Biologia |
SÉRIE: EJA-EM |
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PROFESSOR: Michele |
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CONTEÚDO: O conceito
biológico da espécie |
HORAS/AULA: 2h/a |
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PERÍODO: DATA DE ENVIO: 31/08/2020 |
DATA DE ENTREGA: 04/09/2020 |
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OBJETIVO DA AULA:
Compreender
a importância dos nomes científicos, como é escrito e por que é escrito dessa
forma. Compreender como os organismos são classificados e conhecer as
categorias taxonômicas.
JUSTIFICATIVA:
Conhecer a
história da classificação dos seres vivos, quem deu início a essa classificação
e os pesquisadores que deram continuidade a essa prática.
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Nº aulas |
Data |
ATIVIDADE 1: O QUE É PRA FAZER? |
Páginas da apostila de Ciências |
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02 |
03/09 |
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Nesta semana nós vamos realizar leitura do
texto abaixo e aos que puderem gostaria que assistissem também o vídeo que
vou deixar o link aqui, continuando o conceito de classificação de espécies
que trabalhamos no roteiro anterior. Realize
as anotações no caderno para que possamos fazer as atividades na próxima
semana Caso
seja necessário volte ao conteúdo anterior para melhor compreender, e se
necessário estou a disposição para esclarecer às dúvidas. Ø :49 / 8:01 https://www.youtube.com/watch?v=w9iy5m7ZRFs O conceito
biológico de espécie Como você viu, a categoria taxonômica básica
do sistema de classificação biológica é a espécie. Mas o que é uma espécie
biológica? Nos anos 1940, alguns biólogos propuseram uma
definição de espécie que ficou conhecida como conceito biológico de espécie.
Um de seus formuladores, o biólogo alemão Ernst Mayr (1904-2005), descreveu: Espécie
é um grupo de populações cujos indivíduos, em condições naturais, são capazes
de se cruzar e produzir descendentes férteis, estando reprodutivamente
isolados de outras espécies. MAYR,
Ernst apud AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto R. Fundamentos da Biologia
Moderna. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2006. p. 695. Essa definição procura ser mais precisa do
que aquela desenvolvida por Lineu no século XVIII. De acordo com ela, são da
mesma espécie os indivíduos que conseguem se cruzar e produzir descendentes
férteis. Por exemplo, o cavalo (Equus caballus) e o jumento (Equus asinus)
são animais muito parecidos. Eles pertencem ao mesmo gênero, Equus, porém são
de espécies diferentes. Quando ocorre o cruzamento de um jumento com uma égua
ou de uma jumenta com um cavalo, nasce um mulo, também chamado de mula ou
burro (Equus africanus asinus). Esse animal é um híbrido estéril. O conceito biológico de espécie está baseado
na ideia de isolamento reprodutivo, ou seja, duas espécies diferentes que
convivem em ambiente natural não se cruzam porque estão isoladas
reprodutivamente, por motivos físicos (um é muito maior do que o outro, ou
muito diferente), comportamentais ou genéticos. Existe também o isolamento
geográfico: às vezes, duas espécies diferentes não se cruzam em condições
naturais porque não vivem perto uma da outra. Porém, mesmo sendo espécies
diferentes, se elas forem colocadas juntas podem se cruzar e dar origem a
descendentes. Nesse caso, biologicamente, considera-se que essas duas
espécies são diferentes e estão isoladas geograficamente uma da outra. Em um zoológico, por exemplo, é possível
cruzar um tigre (Panthera tigris) com uma leoa (Panthera leo) e produzir um
híbrido chamado de tigon, mistura dos nomes tiger e lion, “tigre” e “leão” em
inglês. No entanto, o cruzamento entre tigres e leões não ocorre na natureza,
porque os tigres habitam florestas na Índia e na China, e os leões vivem nas
savanas africanas. Apesar dos esforços de vários cientistas, o
conceito de espécie ainda causa muitas discussões. No caso do conceito
biológico de espécie aqui apresentado, uma de suas maiores limitações é o
fato de que só é válido para as espécies com reprodução sexuada. Em casos como
o das bactérias, que apresentam reprodução assexuada, esse conceito não se
aplica e as espécies precisam ser determinadas por outros critérios de
comparação. Fonte: Caderno do aluno CEEJA- EM-
VOL2 |
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